Casos de chikungunya crescem 110% no Brasil

FOTO: WIKIPÉDIA
Segundo dados do Ministério da Saúde, o número prováveis de casos de Chikungunya cresceu 110% no início de 2023 em relação ao mesmo período em 2022. Os casos prováveis da doença subiram de 16.971 para 35.569 casos. Os estados de Minas Gerais e Espírito Santo, situados na região Sudeste, apresentaram os maiores percentuais de aumento. No entanto, outros estados também registraram um aumento, incluindo Tocantins, Mato Grosso do Sul, Bahia e Sergipe

Já no Piauí, os casos estão em queda de acordo com o último boletim divulgado através da Secretaria de Saúde do Estado. Os dados mostram uma redução de 5,5% de acordo com o mesmo período do ano passado. Neste ano foram registrados 606 casos possíveis da febre. Até o momento, nenhum óbito foi registrado.

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO 03/23 - SESAPI
Os sintomas da chikungunya incluem febre alta de início repentino e dores intensas nas articulações. Assim como a dengue e a Zika, a doença é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Embora os sintomas sejam semelhantes aos da dengue, a principal diferença está na dor nas articulações, que é muito mais intensa na chikungunya. Essa dor afeta principalmente os pés e as mãos, geralmente nos tornozelos e pulsos.

O diagnóstico da chikungunya deve ser realizado por um médico e pode ser confirmado por meio de exames laboratoriais específicos, todos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). Como a doença é transmitida por mosquitos, é crucial que as pessoas reforcem as medidas de eliminação dos criadouros em suas casas e em suas vizinhanças.

Carlos santos

Repórter e colunista no Diário de Caraíbas.

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