“O mesmo povo que vira Jesus ressuscitar Lázaro de Betânia havia poucos dias e estava maravilhado. Ele tinha a certeza de que este era o Messias anunciado pelos profetas; mas esse mesmo povo tinha se enganado no tipo de Messias que Cristo era. Pensavam que fosse um Messias político, libertador social que fosse arrancar Israel das garras de Roma e devolver-lhe o apogeu dos tempos de Salomão” (Canção Nova).
Em Batalha a procissão não foi representada como manda a tradição: não houve o jumentinho e faltou o canto “Hosana” entoado pelos fiéis e sim um som mecânico. Como bem lembrou o professor Nonato Silva, uma voz presente em nossa comunidade católica.
Fonte: Pagina de Batalha
